“O melhor lugar para ouvir o Metronomy é no show”, disse o vocalista Joseph Mount em entrevista por telefone ao Clube Gazeta do Povo. A banda inglesa vem para Curitiba no dia 9 de dezembro, às 21h, na Ópera de Arame. Os ingressos estão à venda pelo Ticketload e custam entre R$ 110 e R$ 420. Assinantes do Clube Gazeta do Povo têm 45% de desconto na compra de até dois ingressos.

No repertório, hits dos seis álbuns anteriores e muito do material do álbum Metronomy Forever, lançado no mês de setembro.

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Para Joseph, fundador da banda, o novo álbum é como uma coletânea de canções inéditas. As novas composições seriam como um “grande sucesso, transformado em velha a nova música”, ou ainda “celebrar todo o tipo de coisa que já fizemos antes”. Entre as 17 faixas, as mais ouvidas nas principais plataformas de streaming são "Sex Emoji", "Walking In The Dark" e "Whitsand Bay".

Além disso, o processo de criação representou um crescimento, mas também um desafio. “Esse é o primeiro álbum que fizemos foi difícil, duro de terminar. [Tive] Algumas dúvidas sobre a música que eu estava criando e a razão de fazer um álbum do jeito antigo”.

Desde a formação em 1999, o grupo passou por transformações motivadas pela mudança no modo de consumo da música no mundo: “quando começamos era algo como Myspace e cds, acho que o começo do itunes, e agora é Instagram, Streaming e não mais cds. É como um mundo muito diferente”, disse.

Em busca de novos fãs

As mudanças atraíram fãs de novas gerações. Para Joseph, os jovens são responsáveis por inspirar pessoas a se interessar por música. “Os primeiros registros do Metronomy foram um tipo de hype. Tivemos um momento legal e emocionante e agora é assim que queremos continuar”. O músico aponta que para manter essa conexão com os mais novos, é preciso estar atento aos lançamentos culturais da atualidade. “Tem sempre uma coisa jovem acontecendo”.

É a quinta vez do grupo no Brasil e a primeira em Curitiba. Joseph conta que já parece normal voltar e sente que tem muitos amigos aqui. “Eu acho que as pessoas gostam de nós. Toda vez que voltamos, nos sentimos bem-vindos e gostamos, isso é ótimo”, diz.

A banda já está estrada há 20 anos e Joseph conta: “eu aprendi muito sobre pessoas, lugares e a vida em turnê, e a melhor parte disso é que, onde quer que você vá, você tem amigos”.