Cinema

Sobrenatural: A Última Chave é tudo o que um filme de terror precisa ser

Por: Gilson Garrett Jr.
Sobrenatural: A Última Chave é tudo o que um filme de terror precisa ser

Se você gosta daqueles filmes de suspense/terror com espíritos, o Sobrenatural: A Última Chave, que estreou nos cinemas nesta quinta-feira (18), vale a ida ao cinema. Tem muitas cenas de dar pânico, de fechar os olhos e de, quem sabe, soltar um grito na sua poltrona. Algo bem comum nos filmes do diretor James Wan (Invocação do Mal 1 e 2), que comandou os outros três filmes da série e agora produz o quarto.

Na cronologia, o filme seria o 3 (em que o 4 é o mais atual), em uma sequência meio Star Wars de ser em que o tempo vai e volta meio sem uma ordem cartesiana do tempo. A paranormal Elise Rainier (Lin Shaye) é chamada para resolver um caso em uma casa no Novo México, nos Estados Unidos. O detalhe é que a casa é simplesmente onde ela passou a infância e onde os primeiros contatos com espíritos começaram.

Na dúvida se vai ou não (problemas mal resolvidos com a família) ela decide ir e encontra alguns velhos demônios, literalmente falando. Ao lado dela estão seus aliados Specs (Leigh Whannell , também roteirista do filme) e Tucker (Angus Sampson) que gravam tudo o que podem para provar o contato com o sobrenatural.

Para você assistiu aos três primeiros, saiba que o filme se propõe a explicar a história da paranormal Elise, mas deixa um pouco a desejar nesta parte. É verdade que a história traz memórias da sua infância e faz, mesmo que breves, conexões com os dois primeiros filmes. Só que de fato, não explica o porquê ela foi escolhida para ter este dom de falar com o outro mundo, ou mesmo quem são esses espíritos que a atormentam.

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