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De planetário a realidade aumentada, 7 itens incríveis para ver no Parque da Ciência

Por: Luciana Penante, especial para Gazeta do Povo
De planetário a realidade aumentada, 7 itens incríveis para ver no Parque da Ciência

Experimentos científicos podem ser intrigantes e surpreendentes. Feiras de ciências na escola e aulas de laboratório costumam ficar na memória dos alunos que as frequentam. Uma visita ao Parque da Ciência Newton Freire Maia, em Pinhais, é uma excelente opção para ter esse tipo de contato mais próximo de experimentos científicos e aprender um pouco mais sobre o mundo e as leis que regem o universo. O parque é dividido em cinco pavilhões (Introdução, Cidade, Energia, Água e Terra) e a visita é gratuita. Localizado na Área de Proteção Ambiental do Rio Iraí, reúne centenas de objetos e experimentos curiosos que valem a pena visitar. Por esse motivo, o Guia Gazeta do Povo + Clube reuniu sete experiências incríveis do Parque da Ciência para te inspirar a fazer uma visita.

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Bobina de Tesla Musical

A bobina de Tesla é um transformador ressonante capaz de gerar alta tensão e fazer faíscas virarem música! Resumidamente, a faísca produzida pela bobina é modulada para que seu barulho seja a música ou as teclas de um teclado. A bobina de Tesla do Parque da Ciência reproduz músicas prontas, mas também conta com um teclado para quem preferir produzir o próprio som.

Gerador de Van Der Graaff

A máquina eletrostática inventada pelo engenheiro Robert Jemison van de Graaff é empregada em física nuclear para produzir tensões muito elevadas necessárias para aceleradores de partículas. No parque, é possível interagir com o gerador, que pode te deixar de cabelo em pé. O efeito de arrepiar os cabelos de quem toca na cúpula acontece porque o cabelo fica eletrizado com cargas da mesma polaridade, que consequentemente se repelem.

Máquina a vapor

O Parque da Ciência possui em seu acervo uma máquina a vapor que ocupa uma sala inteira. A máquina era uma termelétrica a vapor, acoplada a um gerador responsável por fornecer energia de uma fábrica em Irati. A primeira usina que forneceu energia para iluminar Curitiba era uma máquina como a do museu e foi instalada na Companhia de Força e Luz onde hoje é a Praça Eufrásio Correia, em frente ao Shopping Estação.

Planetário Digital

O planetário digital do Parque da Ciência projeta planetas, estrelas e galáxias e é uma oportunidade para aprender mais sobre o universo. A apresentação reúne curiosidades como a interpretação da astronomia pelos índios brasileiros e ensina a distinguir constelações.

Caixa de realidade aumentada

A caixa onde é possível observar a formação dos planaltos é o experimento Formas de Relevo, que trabalha com realidade aumentada. Nele, é possível entender conceitos de cartografia, topografia e ciências da terra em geral, convidando o público a manusear a maquete em 3D.

Palco Paraná

O palco Paraná é uma maquete gigante do estado que fica na área externa do parque. Lá é possível caminhar e conhecer o relevo do Paraná, ver os principais rios, sedes dos municípios, as maiores áreas urbanas e as principais rodovias.

Noites no Parque

O projeto convida a comunidade a passar uma noite observando o céu e os astros munidos de telescópios do parque. Os participantes têm a oportunidade de participar de uma sessão de planetário ao ar livre, com lasers que apontam as estrelas, para ajudar a identificar as constelações do Cruzeiro do Sul, Triângulo Austral, Escorpião, Águia, Cisne, Pégaso, Sagitário, Aquário, Lira, entre outras, bem como as lendas e mitos associados, sua relação com a previsão dos fenômenos da natureza e a influência da astronomia no cotidiano. Como a observação depende de condições meteorológicas ideais, as noites são marcadas conforme as chances de céu aberto. As datas são divulgadas na página da instituição.