Restaurantes

Restaurantes em Curitiba de comida caseira como a da vovó

Por: Sandro Moser
Restaurantes em Curitiba de comida caseira como a da vovó

A Pamphylia

Foto: Arquivo Gazeta do Povo

Outro restaurante em que o cliente se sente em casa é A Pamphylia, tradicional cantina no Batel. A casa tem um ambiente despojado, com arcos internos e objetos que compõem a história da casa. As massas parecem saídas do fogão de lenha da avó, com destaque para as lasanhas e canelones. Há também, no almoço e no jantar, sopas à la carte a R$ 30 a porção. No cardápio fixo, sopas nos sabores eslava, milho, cappelletti, raviolini e canja.

Fellini

Dona Felicitá aprendeu há mais de 60 anos a receita do risoto com caldo com sua nonna Palmira Volpi. O prato é o carro-chefe do restaurante Fellini, que fica na entrada de Santa Felicidade – mesmo terreno onde a família mora há décadas.

Hoje em dia, Dona Felicitá o recria todas as semanas com seu Claudinei, seu companheiro de vida e cozinha há pelo menos 50 anos. O segredo, conta, está no caldo. A receita usa o frango inteiro – carcaça, tronco e membros – cozidos por horas até chegar ao ponto. Tempero, pouco: sal, pimenta e um toque de manjerona.

“É comida caseira, de família. O restaurante é uma extensão da nossa casa, como se fosse a sala de jantar”, explica Mariane Trog, filha do casal que comanda o salão do restaurante.

Risoto com caldo do restaurante Fellini. Foto: Thiago Cavalieri/Divulgação

O Fellini é um dos tantos em Curitiba e região que servem pratos com gosto de afeto; receitas simples e saborosas.

Quem teve a sorte de conviver com uma avó que cozinhava sabe que não há comida melhor no mundo.  Em geral, são estas primeiras experiências gastronômicas que definem nossas predileções no futuro, pois “o menino é o pai do homem”, como escreveu Machado de Assis.

Mamma Carmella

Contra as noites frias de Curitiba, há a sopa de capeletti do Mamma Carmela. Feita com massa caseira sempre fresca no caldo de frango cozido, cheiro verde, torradas e parmesão ralado sai pro R$ 65 e serve (bem) a duas pessoas. A pequena cantina no Ahú está aberta desde 1979 e é aconchegante como a casa da nonna. 

Nova Polska

Foto: Arquivo Gazeta do Povo

A casa onde fica o restaurante rural Nova Polska foi construída pelos avós do proprietário Luan Antochevis. A família quis preservar a cultura e as receitas polonesas nos mínimos detalhes. O restaurante abre aos fins de semana e nos feriados e serve um almoço com gosto de domingo em que se destaca o pierogi de ricota ao molho de carne de panela. O almoço é servido das 12h às 15h e custa R$ 53 por pessoa. Crianças de 4 a 10 anos pagam metade.

Oidē

Oidē funciona no almoço e jantar, sempre com receitas nostálgicas originais ou reinterpretadas pelos chefs da casa. Foto: Lucas Costa/Divulgação

“Culinária nostálgica”. É assim que Karla Keiko, sócia do Oidē Bar e Café, define os pratos que seu restaurante serve. “Nosso foco é a cozinha japonesa caseira, que comíamos na casa das nossas batchans quando criança”. O Oidē funciona de quarta a sábado, com serviço de almoço, cafeteria e izakaya. Das 12 às 15h é servido o almoço e até às 19h opera a cafeteria. Das 19h às 23h, entra em cena o cardápio do izakaya, com drinks autorais e porções para que o cliente combine os pratos conforme preferir.