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Parques de Curitiba têm museus e memoriais para todos os gostos

Por: Da redação
Parques de Curitiba têm museus e memoriais para todos os gostos

O parque queridinho dos curitibanos abriga, em um pedaço dos seus mais de um milhão de metros quadrados de área, o Museu do Automóvel. No acervo estão cerca de 150 carros antigos. Os destaques são um Ford T de 1926 e um Chevrolet Sedan Master de 1933. Para entrar no espaço, que está no Barigui desde 1973, a entrada custa R$ 10, todos os dias.

Foto: Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo.

O museu do Bosque de Portugal é a céu aberto: a Alameda dos Cantares, com vinte pilares que têm trechos de poesias de autores luso-brasileiros, como Almeida Garrett, Manuel Bandeira, Cecília Meirelles e Cláudio Manoel da Costa. A visitação ao parque é gratuita.

Abrigado no Jardim Schaffer, local que era propriedade da família que deu nome ao bairro, o Bosque Alemão tem como principal atração o Oratório de Bach, que é réplica de uma igreja presbiteriana que ficava no bairro do Seminário. A construção abriga uma sala de concertos, lanchonete e um posto da Guarda Municipal.

Foto: Henry Milleo/Gazeta do Povo.

Local em que acontecem as festas da colônia italiana em Curitiba, o Bosque São Cristóvão é a casa do Memorial do Imigrante Italiano. A Casa Culpi, como o espaço também é conhecido, tem mobiliário e utensílios utilizados pelos colonos italianos que chegaram a Curitiba no século XIX.

Com uma réplica da igreja ucraniana de São Miguel, que fica em Mallet e foi aberta em 1903, o Memorial Ucraniano fica dentro do Parque Tingui. Um dos pontos turísticos mais icônicos de Curitiba, ele reúne itens típicos da cultura ucraniana, como as pêssankas, em uma exposição permanente. A visitação pode ser feita durante a semana toda, e é gratuita.

Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo.

Inaugurado pelo Papa João Paulo II em sua visita a Curitiba, em 1980, o Memorial da Imigração Polonesa, no Bosque João Paulo II, tem sete casas construídas no século XIX por imigrantes poloneses, que foram levadas para o local. Dentro delas, é possível encontrar itens que esses imigrantes utilizavam no trabalho rural, como uma carroça e abanadores de cereais. A entrada é franca.

Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo.

No Bosque Gutierrez está o Memorial Chico Mendes, inaugurado para homenagear o líder ambientalista morto no Acre em dezembro de 1988. Nas paredes, é possível ler trechos da carta que ele enviou a um juiz, relatando que sofria ameaças de morte. A visitação ao local é gratuita.

O Museu de História Natural do Capão da Imbuia tem áreas expositivas para o público em geral e também para estudantes e pesquisadores. Quem vai ao local pode ver animais empalhados, principalmente da fauna paranaense, como macacos, onças e pássaros. A seção de vida marinha tem, entre outros animais, o esqueleto de uma orca. A entrada é grátis, e o espaço funciona de terça a domingo.

Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo.

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