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Prepare-se para o Desafio do Biquíni

·3 min de leitura·redação
biquíni

Estamos em alto inverno e só de pensar em biquíni você também já sente frio? Pois é, mas hoje é o dia do biquíni e, para celebrar, trouxemos curiosidades sobre a minúscula peça que é a cara do Brasil, mas nasceu na França.

Um biquíni de 75 anos que você poderia usar hoje. Duvida?

Embora tenha tudo a ver com o clima e jeito expansivo de do brasileiro, o biquíni é uma invenção do designer francês Louis Réard. Reárd foi ousado e criativo ao apresentar seu maiô de duas peças para o mundo. Para isso, chamou a parisiense Michele Bernardini e a colocou com o modelo na Piscine Molitor, uma espécie de piscina popular em Paris.

O polêmico nome

Veja só: naquela época não existia Google e nem seus algoritmos para dizer que palavra era relevante ou não. Mesmo assim, Louis teve o insight de batizar a peça de “biquini”, inspirado pelo polêmico teste atômico americano ocorrido no Atol de Biquini, no oceano Pacífico, no início daquele julho de 1946.

Antes do biquini, já havia um biquini?

biquíni
Foto: internet

Bem, a verdade é que as europeias começaram a usar maiôs de duas peças já na década de 30. Mas os mesmos estavam longe de serem parecidos com os biquinis atuais: consistiam em um top e shorts com apenas uma fatia do diafragma revelada. Umbigo de fora? Nem pensar!

Faltou pano, aí veio o biquini

Nos Estados Unidos, as modestas duas peças surgiram durante a Segunda Guerra Mundial, quando o racionamento do tecido durante a guerra levou ao corte de materiais supérfluos. Enquanto isso, na Europa, as invasões aliadas reduziram a vida nas praias durante a guerra, e o desenvolvimento de roupas de banho, como tudo o mais não militar, parou.

Estreia como o “menor maiô do mundo”

Em 1946 as pessoas estavam animadíssimas com o primeiro verão sem guerra (mais ou menos como o primeiro verão pós-pandemia, já pensou?) Dois designers franceses, Jacques Heim e Louis Réard, desenvolveram modelos concorrentes de biquínis. 

Jacques Heim chamou a sua criação de “átomo” e o anunciou como “o menor maiô do mundo”. Porém, o maiô de Louis Réard era, de fato, o menor. Por isso, Reárd chocou e ganhou fama de pai do biquíni.

O “duas peças” de Réard era realmente bem ousadinho: basicamente um sutiã e dois triângulos invertidos de tecido conectados por um barbante.

Micheline Bernardini, a mulher do biquíni

Réard teve dificuldade em encontrar uma modelo profissional para desfilar com suas duas peças escandalosas. Foi então que encontrou Micheline, uma dançarina exótico do Cassino de Paris.

Em pouco tempo, jovens mulheres em biquínis estavam causando sensação ao longo da costa do Mediterrâneo. A Espanha e a Itália aprovaram medidas que proibiam os biquínis em praias públicas. O negócio de Réard disparou e ele declarou que um duas peças não era um verdadeiro biquíni “se não fisgasse uma aliança de casamento”.

Era um biquíni de bolinha amarelinha

Os Estados Unidos e seu puritanismo resistiram ao biquíni. Porém, na década de 60, não teve mais jeito: o cantor pop Brian Hyland cantou “Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka-Dot Bikini” nos filmes adolescentes de praia com Annette Funicello e Frankie Avalon e todos se renderam. A cultura do surfe da Califórnia celebrada pelos Beach Boys espalhou a moda como vento e, desde então, a popularidade do biquíni não para de crescer.

A história do biquíni é muito divertida e nos lembra o quanto é bom nos sentirmos bem com o corpo que temos, do jeito que somos. O padrão é ser você, do melhor jeito que você puder ser. Entretanto, muitas vezes nos deixamos de lado e o home office piorou os cuidados pessoais – já que todos os deveres se misturaram. Para quem quer uma mãozinha para cuidar de si mesmo, no Clube, além de diversas academias de ginástica, você encontra parceiros como a Magrass que oferecem tratamentos faciais, corporais e dietas com desconto de 20% para quem é Clube. Aproveite e faça o que ninguém pode fazer no seu lugar: cuidar de você mesmo.

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