Você prefere ver o ABBA em hologramas da banda original ou ao vivo com o melhor cover?

No início deste mês surgiu uma notícia-bomba no mundo da música pop: foi anunciada uma reunião da icônica banda ABBA após 35 anos.
O anúncio causou alvoroço entre os fãs, mas logo veio a notícia que a banda só gravaria duas novas canções e que os boatos sobre uma possível turnê eram exagerados: na verdade, a banda fará apenas alguns shows usando hologramas de suas performances passadas, nas décadas de 1970 e 1980.
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Porém, nem tudo está perdido para os fãs dos reis do pop sueco.
O grupo argentino ABBA Mamma Mia Tribute Show, considerado os melhores covers mundiais da banda, vão desembarcar de corpo presente em Curitiba para show no dia no dia 30 de novembro, no Teatro Positivo – Grande Auditório.
O espetáculo em homenagem aos 45 anos da lendária banda ABBA é protagonizado pelas atrizes e cantoras Gwendolyne Moore (como Agnetha) e Camila Ibarra (como Frida). Na voz e na guitarra Nicolás Salvador (como Björn) e nos vocais e pianos Sergio Gutierrez (como Benny).
O show passa por todas as fases da banda e resgata os hits como Mamma Mia, Dancing Queen e Take a Chance on Me que transformaram os suecos nos artistas mais requisitados do pop. E então o que é melhor, um bom tributo ao vivo ou um show com hologramas?
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