Exposições

3 motivos para ver exposições em homenagem a China na Bienal de Curitiba

·1 min de leitura·Bruna Covacci
3 motivos para ver exposições em homenagem a China na Bienal de Curitiba

Em 2017, a China foi o país homenageado nas exposições de maior destaque da Bienal de Curitiba. A maior delas, a “Vibrations”, está montada no “Olho” e nos jardins do MON.

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Entre os artistas que a compõem, destaca-se Chen Wenling, vencedor do Leão de Outo da Bienal Internacional de Veneza. A exposição tem curadoria de Fang Zhenning e Liu Chufeng. A presença chinesa também influenciou a curadoria do evento que, neste ano, está dividida entre 28 curadores diferentes.

A Bienal de Curitiba segue em cartaz até o dia 25 desde mês.

A seguir, confira 3 motivos que tornam a exposição imperdível

  1. Segundo os representantes do CAEG (Grupo de Arte e Entretenimento Chinês, na sigla em inglês), a entidade estatal que trouxe as obras e os artistas para cá, esta será a maior mostra de arte chinesa já trazida para a América Latina.
  1. A China é o país mais populoso do mundo – com mais de 1,379 bilhão de pessoas e quase um quinto da população da terra. 36 melhores artistas chineses estão com suas obras expostas em Curitiba. Já pensou o quanto um artista precisa ser bom para estar entre os de maior relevância no país?
  1. Só na exposição que está espaço nobre do museu, o “Olho”, diferentes técnicas de artes plásticas compõem as obras: são esculturas, montagens com recortes, tinta a óleo e até um vestido.

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