Shows

10 coisas que você precisa saber antes dos shows do The Cult e do Alter Bridge

·5 min de leitura·Sandro Moser
10 coisas que você precisa saber antes dos shows do The Cult e do Alter Bridge

As bandas Alter Bridge e The Cult fazem um show juntas nesta terça-feira (19) na Live Curitiba. Com duas décadas de diferença no nascimento de cada uma para outra (o Cult é de 1984, e o AB de 2003), as bandas têm milhões de fãs pelo mundo e álbuns influentes e muito bem vendidos. O Guia Gazeta do Povo selecionou dez curiosidades sobre as duas bandas para saber antes de encarara o show:

1) Sósia de Jim Morrison, Ian Astbury já fez às vezes do ex-vocalista dos Doors em tributo

Não dá pra negar que o vocalista Ian Astbury, do The Cult, é realmente parecido com o falecido astro dos The Doors, Jim Morrison (1943-1971). Ou pelo menos era quando os dois tinham a idade equivalente. Morrison morreu aos 27 anos e Ian hoje tem 54. Fato é que a semelhança é tamanha, até no timbre e na performance de palco, que o inglês já fez as vezes do “rei-lagarto” em um tributo promovido pelos integrantes sobreviventes dos Doors em 2002.  

 

2) Vocalista do Alter Bridge, Miles Kennedy “quase” entrou para o Led Zeppelin

Voz do Alter Bridge desde 2004, o americano Miles Kennedy também faz parte de outros projetos de rock como a banda solo do guitarrista Slash. Em 2008, porém, Miles foi convidado para um projeto que morreu na casca: o vocalista chegou a ensaiar com o guitarrista Jimmy Page, o baixista John Paul Jones e o baterista Jason Bonham [ex-integrantes e o filho do falecido baterista] do Led Zeppelin. Na época, o ex-vocalista do Zep, Robert Plant, não gostou da brincadeira. Aqueles ensaios acabaram virando em nada. Miles, porém, aproveitou e se divertiu em seus poucos momentos como vocalista do Led Zeppelin.

 

3) The Cult nasceu “gótico”, mas mudou de nome e estilo 

Era o ano de 1982, em Leeds, na Inglaterra quando o vocalista Ian Lindsay formou a banda Southern Death. No ano seguinte, Astbury formará o Southern Death Cult. A banda carregava no som e no visual gótico que eram a tendência daqueles dias. Durou um ano. Em 1983, já com o parceiro Billy Duffy na guitarra e usando o sobrenome Astbury, a banda virou Death Cult. No ano seguinte, o nome mudou pela terceira vez e surge o The Cult tal como o conhecemos.

 

4) Produtor Rick Rubin mudou o som do The Cult 

No auge do sucesso, após o estouro de seu segundo álbum Love, o The Cult convocou o produtor Rick Rubin (foto) para finalizar seu terceiro álbum. O produtor barbudo já tinha trabalhado com o Run DMC e os Bestie Boys e com o ícone do thrash metal Slayer. O encontro reformatou o som do The Cult com o celebrado álbum Eletric. "Foi um choque para todos. Rick tem uma personalidade forte e chegou dizendo ‘deixa que eu faço’. Foi um grande momento. Você só consegue fazer um disco como aquele uma única vez. As coisa que pensamos, o estilo de vida que tínhamos. Tudo só aconteceu naquela oportunidade”, lembra Billy Duffy.

 

5) Líderes do The Cult, Duffy e Ian são “rivais inseparáveis”

Quem conhece a história da banda sabe que os processos de composição, as turnês e, principalmente, as sessões de gravação da banda são marcadas por uma certa “tensão criativa” entre Astbury (a esquerda na foto) e Duffy. A competição entre os dois é um dos motores da banda. “Somos meio que metade do The Cult. Eu e Ian somos metade da mesma coisa. Ele diz que somos como a cabeça e o coração da banda. Eu acho que eu tenho que ser a cabeça e é por isso que ele é o cantor e escreve as letras e eu escrevo a música”, disse Duffy.

 

 

6) Billy Duffy é fã de Gabriel Jesus e Fernandinho, mas teme “jogo bonito” de Guardiola

Nascido em Manchester, o guitarrista do The Cult Billy Duffy é torcedor fanático do Manchester City. “Vou ao estádio desde 1968, vi meu primeiro jogo com 7 anos de idade”, disse em entrevista ao Guia da Gazeta do Povo. Ele disse que é fã em particular do futebol de Gabriel Jesus (a direita na foto) e do ex-atleticano Fernandinho, ambos da seleção brasileira. “O povo ama o Fernandinho por aqui”. Ele mostra, contudo ceticismo quanto à contribuição do badalado Pep Guardiola como treinador dos citzens. “Vai ser uma grande temporada, o campeonato inglês vai ser sensacional. Acho que o City vai jogar futebol bonito e perder jogos enquanto o [grande rival] Manchester United montou um time bem forte fisicamente. Meu medo é que eles joguem feio e ganhem. Espero que vençamos jogando bonito”.  

 

7) Hard rock do The Cult conseguiu escapar da farofa dos anos 1980

O auge criativo do The Cult deu-se na segunda metade da década de 1980. Um período em que o hard rock foi dominado pelas chamdas hair bands, as bandas de visual andrógino e penteados extravagantes que no Brasil também são chamadas de metal farofa. O The Cult, por sua vez, manteve a integridade (quase) inabalada para alegria dos fãs de música pesada que não gostava daquelas frescuras.

 

8) Abuso de drogas fez Alter Bridge surgir enquanto o Creed acabava 

Uma das bandas mais importantes surgidas no final dos anos, o Creed vendeu milhões de discos mas se desestruturou com os abusos de bebidas e drogas do vocalista Scott Stapp. Em um movimento paraelelo, Mark Tremonti e o baterista Scott Philips já estavam formando o Alter Bridge. Dois meses depois do fim do Creed, o AB já lançava seu primeiro disco de estúdio, "One Day Remains", em 2003.

 

9) Nome da banda é inspirado em conselho da mãe do guitarrista

O nome da banda Alter Bridge, reza a lenda, é uma referência a uma ponte na pequena cidade onde o guitarrista Mark Tremonti vivia e que era o limite da liberdade imposta por sua mãe, Mary. Ele estava proibido de passar daquela ponte. O nome foi bem simbólico quando Tremonti precisou fundar a nova banda após a crise do Creed. O Alter Bridge também dedicou uma de suas canções sra. Tremonti, “In Living Memory”.  

 

10) Não chamem os caras do Alter Bridge de “pós-grunge”

O guitarrista Mark Tremonti (Alter Bridge, ex-Creed) disse considerar o rótulo pós-grunge – que em geral é usado para se referir às suas duas bandas como "um insulto". A afirmação foi feita em recente entrevista ao G1. Então cuidado!

Curitiba sai mais barata com o Clube

Centenas de parceiros na cidade, do restaurante ao cinema. O desconto é usado direto pelo app.

Assinar o Clube Gazeta
S
Sandro Moser
O amigo que sempre sabe o lugar bom em Curitiba.
Assine o Clube Gazeta
descontos na cidade inteira
Assinar