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Dropkick Murphys traz punk irlandês cheio de política a Curitiba

·1 min de leitura·Sandro Moser
Dropkick Murphys traz punk irlandês cheio de política a Curitiba

Um copo grande de cerveja na mão, um refrão para cantar junto, servidos com música celta e barulheira punk rock.  Eis um resumo rápido do Dropckick Murphys uma das bandas mais importantes do irish punk, o gênero de “música de hooligan” em que também se inserem The Pogues e outros.

A banda formada nos bairros irlandeses de Boston tem 21 anos de estrada peculiar sonoridade celtic punk ou punk rock com raízes irlandesas, em que a levada pesada é combinada a gaitas de fole, banjos e outros instrumentos. Eles se apresentam em Curitiba no dia 29 de outubro no Hermes Bar.

Os DMs chegam com para lançar seu trabalho mais recente, “11 Short Stories of Pain & Glory”. No álbum a banda, que tem posicionamento político muito forte, ataca um dos problemas que tem preocupado a cidade de Boston e a sociedade norte-americana: a crescente e generalizada adição em drogas opiáceas.

O show do Dropckick Murphys costuma ter muita energia e um momento em que o público é convidado a tomar o palco de assalto.

Há cinco anos, o baixista e vocalista Ken Casey, durante um show em New York, se irritou com um fã metido a skinhead nazista que fez a saudação do partido nazista. Ken não gostou e não perdoou o fã. “Nazis não são bem-vindos em nossos shows”. Veja o vídeo (a cena aconte aos 1'35"):

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