Roteiro macabro: 5 lugares mal assombrados para visitar em Curitiba

Cemitério do Abranches
Todo bom curitibano conhece a lenda da Loira Fantasma. Mas só para te lembrar, tudo começou quando, na década de 1960, uma loira muito bonita pedia um táxi até o Cemitério do Abranches. Quando chegava no local, ela pedia que o taxista esperasse um pouco, saía do veículo e entrava no cemitério. Obviamente nunca mais voltava. Dizem que ela assusta os taxistas porque teve uma morte trágica durante viagem de táxi – parece ser algum tipo de vingança.

Presídio do Ahú
Dizem que no passado, um tarado se vestia de palhaço e perseguia mulheres com uma serra elétrica em vilas rurais da Região Metropolitana de Curitiba. Ele foi preso e enviado para o presídio do Ahú, onde sofreu muito e morreu. A lenda diz que ele virou um fantasma, que aparecia, até o fechamento do local, em 2006, vestido de palhaço com uma serra elétrica para assustar os homens que cometeram crimes contra as mulheres. Parte do antigo presído foi demolido para dar lugar ao Fórum Criminal e do Fórum dos Juizados Especiais do Centro Judiciário de Curitiba.

Reitoria da UFPR
A lenda conta que um estudante da UFPR se apaixonou por uma professora casada. O marido, que era muito ciumento, pediu para que a esposa nunca mais se encontrasse com o aluno, que não aceitou o fim do relacionamento e se jogou do décimo primeiro andar de um dos prédios da Reitoria. A partir deste dia, dizem que toda madrugada de sexta-feira é possível ouvir a alma do aluno rondando pela faculdade. Ainda bem que não tem aula no horário.

Praça da Ucrânia
A história conta que toda sexta-feira uma mulher grávida passeava com o seu marido na feira de comidas da Praça da Ucrânia. Numa noite, ela pediu um sanduíche de mortadela em uma barraca. Enquanto esperava o lanche, um motoqueiro apareceu e atirou em todos os presentes. Uma das balas atingiu a mulher, que morreu na hora. Dizem que a partir daquele dia, a Praça da Ucrânia recebe toda sexta-feira a visita de uma grávida muito misteriosa que sempre pede para alguém comprar um sanduíche de mortadela para ela. E aí, já tem planos para a próxima sexta?

Edifício Acácia
No vão do Edifício Acácia, localizado na Praça Zacarias, há uma estátua de uma águia com duas cabeças, representando um símbolo maçônico. Fato é que entre 1899 e 1961 o local pertenceu a uma fraternidade maçônica e que, em 1919, inaugurou um templo no local, onde foi colocada a estátua (a história é contada nesta reportagem da Haus). Reza a lenda que, durante a noite, a escultura ganha vida e conversa, principalmente com crianças.

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