Em seu décimo ano, Festival de Cinema de Curitiba destaca cinema nacional

Em seus 24 anos de Bienal de Curitiba, o evento realiza seu Festival de Cinema desde 2007 por considerá-lo essencial na arte contemporânea. Agora, no seu aniversário de dez anos, resolveu homenagear o Brasil – e o Brasil de hoje, com todos seus problemas e feridas.
O Circuito Brasileiro é o carro-chefe do festival traz filmes premiados dentro e fora de casa como o que abrirá a mostra, Arábia, que foi premiado no festival de Rotterdam na Holanda. O filme conta a história de um homem, abordando sua vida sempre pela vida do seu trabalho e nada mais. Outro destaque é Mulher, que, depois de se aposentar como operária, é estimulada a viajar à Buenos Aires.
Um dos documentários mais esperados é o Construindo Pontes, da cineasta Heloísa Passos em que ela conta a difícil relação com o pai, engenheiro responsável por grandes obras da ditadura enquanto ela tinha tendências à esquerda.
Ao todo, serão 6 longas e 14 curtas.
Paulo Camargo, um dos curadores da mostra, afirmou que essa é uma curadoria informativa, que tenta mostrar o que há de novíssimo e o que há de mais antigo. “A preocupação com o que se passa pelo pelo país passa também pela curadoria e isso fica claro na escolha dos filmes”, explica.
O cineasta homenageado nesta edição será o francês Jacques Demy responsável por clássicos do séculos passado como “Lola, a Flor Proibida (1961)”. A Mostra trará outras cinco obras do diretor, quatro delas em 35 mm
Mostra Mundo
Uma parceria da Bienal com embaixadas de cinco países promete ser uma das grandes novidades e sucessos do festival deste ano. As embaixadas de países como Austrália, Espanha, Israel, Noruega e dez filmes pop da China serão exibidos na cinemateca e no Cine Guarani.
LEIA MAIS
>>> Venda de ingressos para Star Wars – Os Últimos Jedi começou em cinemas de Curitiba
Curitiba sai mais barata com o Clube
Centenas de parceiros na cidade, do restaurante ao cinema. O desconto é usado direto pelo app.
Assinar o Clube Gazeta



