Cinco curiosidades sobre o MON que talvez você não saiba

O Museu Oscar Niemeyer (MON) é um dos cartões postais de Curitiba. Também é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade e já foi considerado a construção mais bonita da capital.
Listamos cinco curiosidades sobre ele que talvez você não saiba. Confira!
>> O novo point barateza do Bacacheri tem lojas “irmãs” e música no fim de semana
1 – O que era antes de ser museu?
O MON completou quinze anos em 2017. Mas o primeiro projeto do local, feito pelo arquiteto Oscar Niemeyer, data de 1967. A ideia era que fosse a sede do Instituto de Educação do Paraná. A obra, no entanto, foi inaugurada somente em 1978 como Edifício Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco e acabou funcionando como secretarias de estado até 2002. E foi neste mesmo ano que o icônico “olho” foi construído, também de autoria de Niemeyer, e o MON, enfim, inaugurado.
2 – O MON é enorme
A grandiosidade do MON pode ser vista de longe. Mas você sabia que ele é o maior museu da América Latina? Possui cerca de 35 mil metros quadrados de área construída e mais de 17 mil metros quadrados de área expositiva.
3 -Tem visitação gratuita
O ingresso para a visitação do MON custa R$ 20 (inteira). Mas, se você for na quarta-feira, entra de graça. É o projeto “Quarta gratuita”. O horário de funcionamento é das 10h às 18h. A retirada de ingressos pode ser feita até às 17h30.
4 – É um dos museus mais bonitos do mundo
O MON foi eleito, em 2012, um dos 20 museus mais bonitos do mundo. A escolha foi feita pelo guia norte-americano Flavorwire.
Em 2014, foi considerado um dos 20 lugares mais bonitos do Brasil pela rede norte-americana de notícias CNN (Cable News Network). Em 2015, em uma pesquisa feita com usuários do Trip Advisor, que classificaram os 10 melhores museus brasileiros, o Museu Oscar Niemeyer foi eleito o quarto melhor do país, e na mesma pesquisa, no ranking de 25 museus da América do Sul o MON ficou em 6° lugar.
5 – O que são os cones gigantes?
Há quinze anos, desde a sua fundação, o MON abriga em seu vão livre os sete “cones”. E muito gente não sabe o que eles significam. Então vai lá: são obras do artista plástico cearense Eduardo Frota. Elas foram criadas para a 27.ª Bienal de São Paulo, em 2002. O tema da mostra eram “Cidades”. E foi a partir dele que o artista criou o conceito de “objetos em latência”, que funcionam como captadores sensoriais. Se você já visitou, com certeza já fez uma selfie ali.
LEIA MAIS:
>> Festival Subtropikal confirma atrações e local da edição de 2018
>>Olhar de Cinema traz a Curitiba mais de 150 filmes de 46 países
Curitiba sai mais barata com o Clube
Centenas de parceiros na cidade, do restaurante ao cinema. O desconto é usado direto pelo app.
Assinar o Clube Gazeta



