Veja como foi a queima de fogos da virada 2018 no litoral paranaense

Os últimos minutos de 2017 foram vividos intensamente nas praias do litoral paranaense. Nas mãos, celulares brilhavam aqui e ali para garantir que a contagem regressiva para a meia-noite fosse evocada em uníssono pelas 1,5 milhão de pessoas à beira do mar de Guaratuba, Matinhos e Caiobá, de acordo com números oficiais da Polícia Militar. Do céu, nublado, algumas gotas de chuva caíam esparsamente, mas nada como a previsão do tempo afirmou que seria a virada do ano (chuvosa ao extremo).
Assim que 2017 deu lugar a 2018, o show de fogos começou. A expectativa era que Guaratuba fosse o destaque da noite, já que o Ano Novo foi planejado durante seis meses, segundo informações da Secretaria de Cultura e Turismo do município. Mas os R$ 200 mil investidos pela prefeitura para os quase 12 minutos de explosões de cores no Morro do Cristo deixaram a desejar, segundo alguns espectadores. “Já esteve melhor”, opina a psicóloga Christianne Oliveira, 41.
Ela e o marido, o biólogo Emerson Stange Júnior, 39, sempre passam a noite de Réveillon na Prainha de Caiobá e há quatro anos sobem no terraço de um hotel na região para ter uma vista privilegiada dos fogos.
Mas outras pessoas se surpreenderam com o show, como a relações públicas Bianca Borba, de 24 anos. Ela também passa a virada do ano Caiobá com frequência e, segundo ela, neste ano, os fogos de artifício estavam lindos. “Valeu a pena ter ficado no trânsito da estrada. Comparado ao ano passado, este foi bem melhor”, diz.
O treinador de tênis Kaio Cezar Prieto, 40, e a fisioterapeuta Danielle de Almeida Prieto, 30, também aprovaram o espetáculo. “Adorei! É a primeira vez que passo em Caiobá e achei muito animado”, conta ela. A virada do ano teve um fator extra de felicidade para o casal: foi a primeira com Theo, ainda na barriga de Danielle. “Que este ano novo traga mais paz nas pessoas, mais amor no coração”, desejam os dois enquanto dançam alegremente na beira do mar.
Mesmo com a primeira chuva de 2018, que começou poucos minutos após a meia-noite, os calçadões do litoral paranaense continuaram cheios. Mas ela não insistiu por muito tempo; talvez tenha vindo apenas para lavar tudo aquilo que não precisamos carregar ao longo dos próximos 365 dias.
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