5 motivos para assistir Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Lá se vão 15 anos desde que vimos pela primeira vez o Homem-Aranha nos cinemas. Era o começo da grande era das adaptações dos quadrinhos que hoje dominam as bilheterias. Neste tempo, foram produzidos cinco filmes com dois atores e diretores diferentes, produções que deram ao Cabeça de Teia abordagens particulares.
Agora, como já é regra, teremos uma nova versão do Amigão da Vizinhança com um terceiro ator e diretor, o jovem Tom Holland e o desconhecido Jon Watts. Será que vai prestar?
Para tentar responder esta pergunta, cinco motivos para conferir Homem-Aranha: De Volta ao Lar:
Universo Marvel
Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o primeiro filme do personagem integrado ao Universo Cinematográfico Marvel, fruto de um acordo entre a Marvel e a Sony, que detinha os direitos de adaptação. Assim, vemos uma série de personagens conhecidas, como Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Happy Hogan (Jon Favreau). Além disso, a trama é consequência direta dos eventos de outros filmes, como Os Vingadores.
Não é uma história de origem
Peter Parker foi picado por uma aranha radioativa/mutante/modificada geneticamente e depois perdeu o tio, o que lhe deu seu profundo senso de responsabilidade. Mas calma que não iremos ver tudo isso pela terceira vez nos cinemas. Quando encontramos com o Aranha ele já está familiarizado com seus poderes e habilidades. Um alívio para quem não aguenta mais histórias e origem.
O ator
Tom Holland tinha 18 anos quando começou a interpretar o Homem-Aranha em Capitão América: Guerra Civil. Uma idade bem mais próxima do personagem que tem apenas 15 anos durante os eventos do filme. Como comparação, Tobey Maguire tinha 27 e Andrew Garfield 29. Isso ainda quer dizer que teremos pelo menos mais um filme com Parker no colégio, o que é adequado ao personagem.
Anos 1980
Como é ambientado no correspondente americano ao ensino médio, o diretor Jon Watts resolveu resgatar um pouco do espírito dos clássicos adolescentes dos anos 1980. "Curtindo a Vida Adoidado" chega a ser citado diretamente, mas é possível encontrar referências a filmes como "Gatinhas e Gatões", "Clube dos Cinco" e "Sem Licença Para Dirigir", todos clássicos do período.
O vilão
Os filmes de heróis costumam possuir vilões bem ruins, salvo honrosas exceções. Em geral, são apenas desculpas para o roteiro andar e gerar uma sequência de luta bacana no final. Mas o Abutre de Michael Keaton não. Ele possui motivação própria e consegue ser ameaçador sem apelar para a insanidade. Dá até para simpatizar com ele, o que é coisa rara.
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