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Na Checkpoint VR você pode jogar os mais modernos videogames de realidade virtual

·3 min de leitura·Giovanna Tortato, especial para a Gazeta do Povo.
Na Checkpoint VR você pode jogar os mais modernos videogames de realidade virtual

Desde o mês de agosto de 2017, Curitiba tem seu próprio arcade de realidade virtual. O Checkpoint VR é uma mistura de lan house com os antigos fliperamas. A diferença é que os videogames evoluíram muito e por meio de óculos e fones especiais você pode ter a sensação de ser inserido dentro dos jogos.

Ao entrar no local, de fachada discreta no bairro Batel, você é imerso no universo geek e gamer. Cada uma das salas – são três individuais e uma compartilhada – tem uma temática específica. Star Wars, Minecraft, zumbis e super-heróis podem ser encontrados na decoração. O próprio nome remete aos pontos nos jogos onde o jogador pode parar para salvar seu progresso na partida.

Hermana e Vinicius Gomes, de apenas 26 anos, decidiram abrir em Curitiba o primeiro arcade de videogames de realidade virtual ao perceber o potencial da cidade e a falta desse tipo de empreendimento aqui, já presente em outras capitais como São Paulo.

O casal veio do interior do Pará, onde tinham uma ocupação bem distante da atual, como gerentes de um hotel especializado em pesca esportiva. "Além de conhecer uma nova tecnologia e se divertir, a ideia é que as pessoas venham em grupos, que seja uma opção de saída divertida com os amigos, uma atividade coletiva mesmo” diz Hermana, que enfatiza o caráter social que o local promove. “Recebemos muitas famílias, pais e filhos que vêm jogar juntos. Geralmente eles ficam com uma sala e revezam entre em si jogando por horas”, completa a empresária.

Outro público recorrente são os adolescentes que querem testar as novidades do mercado dos games. São mais de 60 jogos e experiências no “cardápio” do arcade, que é atualizado semanalmente. Variam entre versões de jogos consagrados como DOOM, Resident Evil ou Skyrim e experiências criadas diretamente para a tecnologia de realidade virtual, como simuladores de montanha-russa, vôo, terror ou jogos de tiro.

Independentemente da idade todos os jogadores são acompanhados por monitores, que explicam o funcionamento dos aparelhos, tiram dúvidas e fazem sugestões de jogos que se adaptem à experiência que o visitante está procurando.

Para meia-hora em um dos consoles de maior imersão, o HTC VIVE ou o PlayStation VR, o jogador deve pagar R$ 29,90 – ou R$ 59,90 a hora. Mas no combo de três horas de jogo, que podem ser individuais (seguidas e no mesmo aparelho) ou compartilhadas com amigos (cada um em seu próprio console), a hora/jogo sai por R$ 45,00.

Realidade virtual

O Samsung Gear VR, equipamento de realidade virtual é mais acessível e necessita somente um telefone celular da linha Samsung (Galaxy S7 ou superior) para funcionar. Oferece experiências e jogos a partir de R$ 9,90.

"Filial"

Ainda com poucos meses de funcionamento, o negócio já está expandindo com parcerias e participação em eventos. A unidade Escape Box do Shopping Crystal é uma das parceiras da Checkpoint VR, lá você encontra um HTC Vive e um PlayStation VR disponíveis para jogar nas mesmas condições da matriz. Já quem quiser alugar os videogames para aniversários e confraternizações, com estrutura completa e monitor incluso, precisa entrar em contato para detalhes e condições.

Para não perder a viagem, a melhor opção é ligar com antecedência reservando seu horário. Nos finais de semana pode haver fila de espera para quem chegar procurando um encaixe.

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Giovanna Tortato, especial para a Gazeta do Povo.
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