Bares e Baladas

Queridinhos da boemia, bares de Curitiba completam 10 anos

·3 min de leitura·Laura Beal Bordin
Queridinhos da boemia, bares de Curitiba completam 10 anos

Queridinhos da boemia curitiba, os bares Baroneza e Quermesse completaram dez anos em abril. Os dois passaram por transformações ao longo dos anos e seguem se modificando para ganhar e continuar fidelizando cada vez mais os clientes. Conheça a história de cada um deles e o que encontrar em cada casa.

Baroneza

Baroneza surgiu da reunião de três amigos que trabalhavam juntos na Copel e tinham vontade de empreender. “Nós eramos muito amigos e continuamos sendo dentro do bar”, explica um dos sócios do bar, Celso Andretta.

Ao longo de uma década, o bar se tornou tradicional em Curitiba – principalmente para os moradores do Juvevê. A ideia do bar surgiu da paixão de um dos sócios por trens e o nome Baroneza – a primeira locomotiva do Brasil – veio daí. “Nós temos o relógio de estação de trem, a estética dos trilhos”, conta Andretta.

Dentro destes dez anos, o bar teve que se adaptar aos novos tempos – e buscar fidelizar os clientes. Uma das maneiras foi buscar deixar o espaço cada vez mais agradável para receber grupos, principalmente aniversariantes.

Hoje, os petiscos preferidos dos fiéis clientes do Baroneza são o bolinho de costela, que foi escolhido pelos clientes entre outras receitas dentro de um concurso para integrar o cardápio do bar. A porção com oito bolinhos sai por R$ 34,90. Outra opção é a tábua de mignon com fritas e farofa, que serve até três pessoas. Essa custa R$ 53,90. O bar também oferece o seu tradicional buffet de feijoada aos sábados, por R$ 43,90 por pessoa.

Quermesse

Quando criou o Quermesse há dez anos, o empresário José Araújo Neto nem imaginou que criaria um dos bares mais queridinhos de Curitiba. A ideia, segundo Neto, era fazer um restaurante, na tentativa de deixar de ser empregado de um banco e virar empresário. Falou com o pai, que já tinha certa experiência com casas noturnas, e com a mãe, que era chef de cozinha, e resolveram abrir o Quermesse.

Depois de alguns anos, ele começou a perceber que o faturamento à noite era melhor do que o de dia e investiu na ideia do bar. “Nós criamos algumas coisas inéditas na noite de Curitiba nestes dez anos. Uma coisa foi investir em quantidades maiores para que o público não demandasse tanto o garçom. Fomos o primeiro bar a servir baldes de cerveja, que dão desconto para o cliente”, explica Neto.

De acordo com o empresário, a noite mudou bastante nos últimos dez anos. O cliente ficou mais exigente e os empresários tiveram que se adaptar, diz José Araújo Neto, que também é proprietário das redes Pork’s e Mr. Hoppy. “Os chopps artesanais entraram com força. Hoje tem um público jovem diferente, mas são públicos diferentes”, afirma.

Os pratos e os baldes de cerveja continuam sendo o forte do Quermesse. Entre as opções estão o Mignon Chic, que é um fondue de mignon servido com creme de queijo no pão italiano (R$ 69) e o Bife Sujo, iscas de alcatra servido com batatas fritas ou mandioca frita ou cozida (R$ 49).

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Laura Beal Bordin
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