Já faz 25 anos desde que João Luiz Fiani passou por um barracão na rua 13 de maio em Curitiba e decidiu que faria lá um teatro independente. No final dos anos 1980, não havia um espaço que pudesse apresentar os textos ensaiados. Tudo o que havia era espaços estatais, que não eram assim não abertos. 

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Desde então, Fiani mantém o Lala Schneider, um teatro privado que se mantém apenas das peças próprias que apresenta. “É um exercício de persistência, pois não temos apoio de ninguém”, comenta. 

O Teatro Lala Schneider tem três salas de teatro e apresenta peças com uma linguagem popular e carregadas de humor para chegar mais perto do público. Ao longo destes anos, foram centenas de peças. Fiani até perdeu as contas. O complexo foi batizado com o nome da mais importante atriz paranaense, Lala Schneider (1926-2007), de quem Fiani foi amigo o discípulo. 

Ao todo, 20 pessoas trabalham para fazer com que os textos saiam do papel e encantem o público, que é bastante fiel ao teatro. “As nossas produções foi uma forma que eu encontrei de manter o teatro funcionando. É graças ao público que o Lala sobrevive”, explica. 

O teatro também é um centro de formação de atores, que, na maioria das vezes, acabam trabalhando dentro do próprio teatro. Porém, alguns acabam se tornando grandes estrelas. Marjorie Estiano e Fabíola Nascimento passaram pelos bancos do Lala. Alexandre Nero chegou a ser professor de canto no teatro. 

O Teatro Lala Schneider é parceiro do Clube Gazeta do Povo e oferece 50% de desconto em todas as produções próprias. Aproveite para conhecer o espaço e conferir de perto as mais tradicionais produções curitibanas.

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